DEPOIMENTOS - PE. JOÃO SCHIAVO


 
 

Algumas graças alcançadas pela intercessão do Pe. João Schiavo

Obteve a graça: LEONARDO ESTEVAM LOPEZ
Data: 28 de fevereiro de 2012
Onde reside: Villa Krause, San Juan - Argentina
Descrição da graça alcançada:
“Em San Juan, no dia 27 de fevereiro de 2012, Leonardo Lopez teve um acidente cerebrovascular. Estava praticamente morto. Os médicos falaram com seus pais e lhes disseram que seu filho estava muito grave. Só um milagre o podia salvar. A única coisa que fazíamos era rezar. Eu Alicia, sua tia, rezava pedindo sem cessar ao Pe. João Schiavo. Quando eu o vi, deu-me uma dor tão grande, por ver meu sobrinho, neste estado que tomei sua mão e nomeando o Pe. João Schiavo lhe disse com toda a fé que tenho: “Pe. João, eu te peço, não o leves, roga por ele” e rezei um Pai Nosso. Terminando minha reza, Leonardo começou a mover suas mãos, sentou-se na cama e abriu seus olhos. Queria falar, mas os tubos de oxigênio e outros em sua boca lhe impediam. Desde o dia 28 de fevereiro sua recuperação foi melhorando e, depois de 21 dias deram-lhe alta. Agora Leonardo leva uma vida quase normal...algo que pensávamos impossível. Graças a Deus e ao Pe. João Schiavo. E eu, eternamente agradecida a ele por isto que considero milagre, levarei seu nome, sua oração e santinhos por onde eu for”. (tia Alicia Rivero).

Obteve a graça: JOÃO DALPIAZ
Data: dezembro 2010
Onde reside: São Luiz da 6ª Légua – Caxias do Sul
Descrição da graça alcançada:
“Após um mês internado com depressão na clínica Paulo Guedes, Ana Rech, Caxias do Sul, meu marido João Dalpiaz ficou muito mal e precisava de um atendimento clínico. No plantão da Unimed fizeram os exames e foi constatado que ele estava com infecção respiratória e pontada nos pulmões. Foi encaminhado para o hospital Nossa Sra. da Saúde sob os cuidados do Dr. Alvaro Macolin que classificou seu caso muito grave: infecção generalizada, não falava, não dava nenhum sinal, quase em coma por duas semanas. No dia 27 de dezembro teve várias paradas respiratórias e sempre muita febre. Foi levado para a UTI. A grave infecção havia paralisado também os rins. Mas eu, muito triste com esta situação, não perdia a esperança e a fé. Minha irmã foi para casa e começou a novena ao Pe. João Schiavo com toda a família. Depois de uns 15 dias na UTI, aos poucos foi abrindo os olhos e começou também a falar. Alguns dias depois foi para o quarto e após uma semana foi para casa. Ao voltar para o consultório, quinze dias depois, o médico disse: quem lhe viu... e acreditar que o senhor está aqui. Agora vai ter que ir a Caravaggio a pé. E o João nada lembra do que aconteceu, mas eu, sua esposa, digo com certeza que foi uma graça alcançada pelo Pe. João Schiavo. Aos poucos ele foi se recuperando e nunca mais ficou doente. Em dezembro de 2011, voltamos ao consultório e o médico disse a meu marido: “O senhor está fazendo um ano de vida”. Fomos ao túmulo do Pe. João Schiavo agradecer e continuamos rezando a oração todos os dias porque desejamos vê-lo no altar. Agora o João trabalha de manhã à noite, sempre disposto, graças a Deus e ao Pe. João Schiavo”. (Lourdes Gema Boff Dalpiaz).


Obteve a graça: DANILO MARTIN OLIVARES

Data: 08 de setembro de 2011 
Onde reside:  Gauymallém – Mendoza -Argentina
Descrição da graça alcançada:
“Conheci o Pe. João Schiavo pela minha sogra, numa tarde, presenteou minha filha com uma medalhinha do Pe. João Schiavo porque lhe doía um dente que tinha sido fechado. Contou-nos como é milagroso e que havia pedido que lhe passasse a dor. Minha filha dormiu com a medalhinha sobre o rosto e quando acordou não tinha mais o tampão no dente e não sentiu mais dor. Desde então comecei a acreditar nele. Depois de dois meses, faltando uma semana para eu ter um filho, foi-me feita a última ecografia, (dia 30.08.2011) da qual o ecógrafo disse-me que meu bebê tinha lábio leporino. Pedi a minha sogra que tinha muita fé no Pe. João Schiavo que rezasse-lhe por meu bebê. Fui para a clínica para o último controle. Meu médico vê a ecografia e me confirma que o nenê tem lábio leporino, porém com duas ou três cirurgias iria ficar bem. No dia da cesariana, levei comigo a medalhinha do Pe. João e pedi por meu bebê e para que me desse forças para recebê-lo. Quando meu filho nasceu, o médico me perguntou se eu queria vê-lo e eu lhe disse que sim. Ele me disse que o mostraria, mas que não chorasse mais, porque meu bebê não tinha nada e que seu lábio estava perfeito. Enquanto eu o olhava, agradecia ao Pe. Schiavo por ter escutado meus rogos. No outro dia, o médico veio na sala e me perguntou se eu acreditava em Deus. Eu lhe disse que sim e ele me sugeriu de acender velas a todos os meus santos porque o que se deu com meu bebê era um milagre. Depois de três meses do nascimento do bebê a pediatra me disse que no palato há uma cicatriz como se tivesse sido operado estando ainda na barriga. Aos quatro meses é solicitada outra ecografia e eu o levo ao mesmo ecógrafo que me atendeu durante a gravidez. Perguntei-lhe se recordava de mim, que na última ecografia me havia dito que meu nenê tinha lábio leporino. Respondeu-me que não pois atendia muitas pessoas.  Pegou minhas informações e comentou aquela ecografia que dizia ser provável lábio leporino e que não era certo. Então mostrou-me uma foto que tinha como referência de um bebê de lábio leporino e levei uma surpresa, porque era a foto do meu bebê. Ali ele se recordou de mim e me disse que o do meu bebê foi um milagre, pois o que ele via na ecografia era lábio leporino de segundo grau, ficaria com lesões no lábio e no palato. Graças a Deus e ao Padre João Schiavo, meu bebê está bem e muito sadio”. (Ivana Jimena Ferreira , 06 de abril de 2012).


Obteve a graça: Cleusa Vieira
Data: janeiro 2013
Onde reside: Caxias do Sul
Descrição da graça alcançada:
“Eu tinha uma dor muito estranha na minha cabeça e no meio dela parecia que queimava. Não tinha sossego. Fui em médicos especialistas e me mandavam tomar antibióticos fortes, mas nada resolvia. No dia 27 de outubro de 2012, fui a Fazenda Souza e participei da missa em memória do Pe. João Schiavo. O Evangelho narrava a cura do cego de Jericó. Pedi, pela intercessão do Pe. João, a minha cura. Na hora eu senti uma dor tão forte que pensei de desmaiar, mas depois foi passando. Ao ir para casa ainda tinha dor. Peguei a oração e a vela benta e comecei a novena. No 3º dia não tinha mais dor. Não tomei mais remédio e estou bem. Muito obrigada, Padre João Schiavo”. (27 de janeiro de 2013).

Obteve a graça: Rogério Mesomo
Data: outubro 2013
Onde reside: Fazenda Souza - Caxias do Sul
Descrição da graça alcançada:
“Quando fui fazer a Declaração de Imposto de Renda/2012, como eu tinha recebido os atrasados da aposentadoria, a pessoa que me atendeu disse que eu deveria pagar R$14.000,00. Fiquei em pânico. Com minha esposa Leunir entregamos o caso ao Pe. João com a promessa de que se não precisasse pagar o referido valor, daríamos uma contribuição para o Pe. João Schiavo e continuamos rezando e fazendo visitas ao seu túmulo.  No mês de outubro soubemos que não precisava pagar nada e ainda receberíamos um pouco de dinheiro. Hoje, com muita gratidão, viemos fazer a nossa doação conforme promessa”. (08 de novembro de 2013).

Obteve a graça: Arnaldo Corradin
Data: dezembro 2014
Onde reside: Vicenza - Itália
“No dia 17 de novembro de 2014, às 7h da manhã levaram-me de ambulância ao hospital. Por dificuldade de respiração, retiram água dos pulmões e me conduziram a outro hospital por problemas de coração. Ali os médicos disseram “Nós não faremos cirurgia hoje; levai-o de volta... se ainda chegar vivo”. Levaram-me ao primeiro hospital onde passei a noite. De manhã, encontrando-me ainda vivo, telefonaram a um outro hospital e fui recebido (foi minha salvação). Às 15h30min iniciou a cirurgia: a aorta ascendente estava quase toda seca e foi substituída. Ao mesmo tempo o cirurgião havia bloqueado o início de um enfarte e de ictus. Às 20 horas terminava a cirurgia. Ao final de dois meses de permanência no hospital o médico me chama para me dizer: “Arnaldo, para mim tu foste curado milagrosamente, pois estavas mais prá lá do que pra cá”. E eu concluo afirmando: GRAZIE PADRE SCHIAVO”. (31 de maio de 2015).      


Obteve a graça: Carine  Dall’Alba
Onde reside:  Caxias do Sul
Data: abril de 2014
Descrição da graça alcançada:
“Eu trabalhava numa empresa como modelista ficando muito tempo no computador. Sentia muita dor de cabeça e por isso procurei o médico que me pediu alguns exames. No dia 1º de abril de 2014, ao mostrar os exames para o médico me disse que não era tumor, mas uma  MAV (mal formação artério venosa, ou seja, uma bolha de sangue que se formou numa das veias e que media 6cm de diâmetro) também muito grave, mas que não poderia ser operada naquele momento. Mandei meus exames a São Paulo para meu primo que é neurologista. Uma junta médica analisou e confirmou a gravidade do problema, encaminhando-me para Porto Alegre. Fui para o Hospital São José, do complexo Santa Casa de Misericórdia onde consultei os médicos. Decidiram fazer embolizações para tentar diminuir o tamanho e talvez não fazer a cirurgia, por ser de alto risco. Este procedimento também era perigoso, pois seria introduzido um cateter que iria bem próximo do problema. Foram feitas duas embolizações, não aconteceu nada e também não resolveu o problema. Então não tinha outro caminho senão a cirurgia. Era muito arriscada e o médico alertou sobre os riscos que poderiam ocorrer: ficar paraplégica, tetraplégica, cega, em estado vegetativo, paralisada no lado direito do corpo. Se não fizesse a cirurgia, a bolha poderia estourar e não teria volta. O Dr. Jorge Luiz Kraemer  também disse que a cirurgia poderia durar até 12 horas. Diante disto, toda a minha família se mobilizou e se uniu ainda mais. Meu avô Olmiro Dall’Alba (que é muito devoto do Pe. João Schiavo e sempre vai à Missa dos dias 27) fez uma promessa pedindo ao Pe. João que intercedesse a Deus por mim. A cirurgia aconteceu no dia 08 de outubro e, graças a Deus, correu tudo bem, fiquei sem nenhuma sequela e curada completamente. Os médicos disseram que foi um milagre; reuniram-se três renomados médicos para dizer isto, pois eles nunca viram um caso assim”. (Testemunho dado aos participantes da missa no dia 27 de novembro de 2014).